Conferência episcopal espanhola apresenta campanha pela vida.

“É minha vida! Está em tuas mãos”, lema de 25 de março
MADRI, quinta-feira, 11 de março de 2010 (ZENIT.org).- A Conferência Episcopal Espanhola (CEE) começou uma campanha de comunicação em favor do direito à vida dos que vão nascer, em razão do Dia pela Vida, que será celebrada a 25 de março.
A campanha, apresentada na terça-feira, que este ano tem como tema: “É minha vida!...Está em tuas mãos”, traz entre seus objetivos principais, segundo indica a Conferência Episcopal, “continuar dando voz aos que vão nascer para defender seu direito à vida e oferecer apoio real às mulheres grávidas que se encontram em dificuldades”.
O secretário geral da CEE, Dom Juan Antonio Martínez Camino, e Isidro Catela Marcos, diretor da Oficina de Informação, apresentaram a campanha.
De 15 a 30 de março, poderão ser vistos os anúncios em 1.300 outdoors de 37 cidades espanholas. Além disso, já começaram a ser distribuídos nas dioceses 6 milhões de folhetos informativos e 30.000 cartazes para as paróquias e escolas católicas de todo o país.
Em continuidade com a campanha realizada no ano passado, os cartazes mostram a vida humana em seus estágios iniciais. Assim, afirma-se a presença no ventre materno de um novo ser humano cujo direito à vida deve ser reconhecido e guardado. Um bebê, desta vez, é sustentado pelas mãos de uma mãe e um pai, sob o slogan “É minha vida!... Está em tuas mãos”.
A nova lei do aborto, como afirmaram os bispos, além de ser um sério retrocesso na proteção legal da vida dos que vão nascer, supõe “um maior abandono das mães gestantes”. Por isso, a campanha oferece um site na web (www.conferenciaepiscopal.es/apoioavida) onde se podem encontrar várias informações, distribuídas por dioceses, sobre instruções de ajuda para acolher as novas vidas humanas.
Dom Juan Antonio afirmou que “o Estado não se pode eleger árbitro da vida humana; e se o faz, deixa de ser garantia do bem comum e sua proteção é prejudicada”. Depois de repetir que “não está tudo perdido”, ele insistiu em que a lei do aborto “deve ser substituída por uma legislação justa”.
(Nieves San Martín)
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